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“E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço.” (Lucas 7:23).

Bom dia!

Jesus era bem diferente do tipo de Messias idealizado e esperado por Israel: era pobre, simples, manso e humilde. Por isso, era difícil para as pessoas o receberem como o Ungido de Deus.

Sua pregação vez por outra chocava seus ouvintes e até os levava a abandoná-lo: “Muitos dos seus discípulos, tendo ouvido tais palavras, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” (João 6:60); “À vista disso, muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com Ele.” (João 6:66).

Isso não aconteceu apenas naquele tempo. Ainda hoje, muitos têm vergonha de Jesus, que encontram nele motivo de tropeço, preferem a glória mundana e rejeitam sua mensagem que os aperta e reprova.

O apóstolo Paulo declarou, aos Romanos, que não tinha vergonha do Evangelho: “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê.” (Romanos 1:16).

Para ficar bem com sua turma, para não parecer retrógrado ou ser alvo de preconceito, muitos, hoje em dia, calam-se no que diz respeito à sua fé e, pior, conformam-se com o mundo: “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2).

Infelizmente, sem muito esforço, é possível perceber padrões mundanos nas atitudes de muitos cristãos, tanto em sua linguagem, como em sua prática. Chegamos ao ponto em que as pessoas têm vergonha de se declararem cristãs. Ao responder seus discípulos a respeito dos sinais que indicariam a consumação do século, Jesus lhes disse: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos. Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo.” (Mateus 24:12,13).

No que diz respeito à eternidade e ao relacionamento com Jesus, não há como escolher a neutralidade. Que você não ache em Jesus nenhuma causa de tropeço.

Cel. Cícero Nunes

Cel. Cícero Nunes

Professor Estudo Bíblico

Cícero Nunes Moreira é casado com Cibele Mattiello da Rocha Moreira. Ordenado ao ministério sacerdotal há vinte e cinco anos, autor e Pastor na Igreja Evangélica Vida com com Cristo e capelão voluntário na Policia Militar de Minas Gerais com atuação, principalmente na Academia de Policia Militar e no Hospital da Policia Militar. Mestre em Ciências da Religião pela PUC Minas e Coronel do Quadro de Oficiais da Reserva. Autor do Livro Religião e Direitos Humanos na Policia Militar e Segue-me! Conectando-se ao Evangelho de Lucas.

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